Publications

Madeira F, Campos JC, Castro P, Martins F.  1990.  GAMA - Geração Automática de Modo Assistido.
Campos JC.  1999.  Automated Deduction and Usability Reasoning. Abstractycst-2000-09.pdf

Reasoning about the usability of a given interactive system's design is a difficult task. However it is one task that must be performed if downstream costs with extensive redesign are to be avoided. Traditional usability testing alone cannot avoid these costs since it too often is performed late in development life cycle. In recent years approaches have been put forward that attempt to reason about the usability of a design from early in development. Mainstream approaches are based on some kind of (more or less structured) inspection of a design by usability experts. This type of approach breaks down for systems with large and complex user interfaces, and again extensive testing is required. In an attempt to deal with these issues there have been attempts to apply software engineering reasoning tools to the development of interactive systems. The article reviews this work and puts forward some ideas for the future.

Campos JC.  1993.  GAMA- X - Geração Semi-Automática de Interfaces Sensíveis ao Contexto. Abstractmestrado.pdf

A separação dos sistemas interactivos em componente computacional e componente de diálogo, veio possibilitar o aparecimento de tecnologia, específica para a implementação de interfaces com o utilizador. No entanto, apesar da grande quantidade de tecnologia disponível, a construção de uma interface é ainda um processo difícil e demorado. Tal situação, deu origem ao estudo e desenvolvimento de metodologias que permitam especificar formalmente o diálogo humano-computador, tendo em vista um desenvolvimento mais rápido e seguro da referida camada. A interface de um sistema interactivo não deve ser apenas um meio de transmissão passivo entre o utilizador e a aplicação, mas um reflexo da aplicação, permitindo ao utilizador saber o estado actual da mesma facilitando-lhe, assim, o diálogo com ela. A separação demasiado rígida, proposta por muitos modelos, entre camada computacional e camada de diálogo não permite o desenvolvimento de interfaces deste tipo, uma vez que a informação semântica se encontra encapsulada na componente computacional. Com base nestas constatações, foi estudado e implementado um formalismo de especificação de diálogo - Guiões de Interacção - que permite a inclusão de condições semãnticas na especificação, possibilitando expressar claramente e diferenciar as componentes dinâmicas do diálogo, em particular “o diálogo sensível ao con da aplicação”. A utilização de uma notação a la CCS permite a especificação de diálogos concorrentes, tendo-se utilizado Petri Nets para lhes dar semântica e como modelo de implementação dos Guiões de Interacção. É ainda apresentada a arquitectura do sistema GAMA-X - um UIMS para a linguagem CAMILA baseado em Guiões de Interacção - e feita a implementação da componente de runtime do mesmo, provando, deste modo, a validade dos Guiões de Interacção enquanto formalismo para a especificação de diálogo.